A transformação de experiência em conhecimento

A costureira Elisabete Gadelha buscou a educação para mudar de profissão e ajudar pessoas.

10 dez 2025 | Atualizado 11 mar 2026

Elisabeth está sorrindo, segurando uma fita métrica ao lado de um manequim vestido com uma peça colorida estampada, em um ambiente de costura com cones de linha organizados ao fundo.

Foto: arquivo pessoal

Conversamos com a profissional e a convidamos para contar a sua própria história aqui na nossa página. Ela é a melhor pessoa para compartilhar como se deu a conexão entre o Senac, a sua vida pessoal e a sua carreira, que beneficia muita gente.       

Confira como isso tudo aconteceu!            


"Eu lembro bem de colocar a linha na agulha da máquina de costura da minha avó. Ela se chamava Ana Rosa e já estava entrando naquela fase em que a visão começa a falhar. Mas não importava, mesmo assim não deixava de fazer uma das coisas que mais gostava."
 

 

Costurar era um prazer que ela e parte da minha família cultivaram. Minha tia Nena, irmã da minha avó, fazia consertos para suas amigas e vizinhas. 

Era um tempo bom, que mantenho vivo em minha memória.  

Estou revivendo, agora, muito desse aprendizado. Aqui em Jundiaí, sou voluntária na ONG Sol da Cidadania, onde ensino as mulheres da comunidade a iniciarem na costura, dar os primeiros passos. Um dos compromissos do meu Ateliê Refine

Essa atividade começou a partir do curso Técnico em Estilismo e Coordenação de Moda, que fiz no Senac Jundiaí. Durante o aprendizado, tivemos como tarefa fazer um projeto, chamado Projeto Integrador, para desenvolver soluções que resolvessem um problema real na nossa área de estudo. O tema do nosso projeto foi trabalhar com a técnica upcycling, ou seja, ressignificar peças e tecidos que seriam descartados.  

Fizemos uma parceria com uma Ong, que nos forneceu as roupas para a atividade e disponibilizou o espaço para realizarmos uma oficina de costura, confeccionando roupas de bebês para mães que não tinham condições de comprar.  

E deu tão certo que continuei na Ong dando as aulas de costura, algo bem iniciante, como passar a linha na máquina, fazer os primeiros pontos. Quando alguém deseja se aprofundar, eu indico o Senac. 

 

 

Eu sempre gostei da metodologia de ensino adotada pelo Senac desde quando tive o primeiro contato com a unidade. A boa impressão ficou para sempre.   

 

 

O mais interessante da minha história é que eu não imaginava que trabalharia com costura. Antes, fiz faculdade de Direito, atuei um pouco na área, mas percebi que não era o caminho que realmente me realizava. Foi aí que busquei alguns cursos da prefeitura de Taboão da Serra na área de moda, que tinha parceria com o Senac.  

Agora, já tenho o meu ateliê em Jundiaí, mas sigo com outros sonhos. Um deles é dar aula de gestão de costura, porque eu sinto que as mulheres, as costureiras aqui da redondeza, têm dificuldade de fazer precificação, organizar o ateliê.  


"Assim, cheguei até aqui, e sempre com a colaboração do Senac."  
 

 

 

 

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