ano 9 • edição 81 • 2013
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Atendimento Corporativo - Senac São Paulo

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Geração Y: criatividade e irreverência no mundo corporativo

Perceber o sentido do trabalho, conquistar liberdade e obter reconhecimento são as principais ambições dos jovens profissionais


A nova geração de profissionais é o tema abordado por Roberta Rivellino, consultora em recrutamento, treinamento e coaching. Graduada em turismo na Suíça, a especialista é pós-graduada em recursos humanos e em marketing e foi chief executive officer (CEO) do The Talent Business para a América Latina – grupo inglês especializado em headhunting.

Nesta entrevista, Roberta comenta a evolução do ambiente corporativo e oferece dicas para reter talentos, conquistar comprometimento dos colaboradores e manter uma relação profissional saudável com os jovens que pretendem mudar o universo corporativo.

Universo EAD – Muitos falam em geração Y, mas nem todo mundo sabe exatamente qual é a faixa etária que compõe esse grupo. Você pode descrever um pouco essa geração?

Roberta Rivellino – Nascida entre 1980 e 1999, a geração Y é a mais populosa de todos os tempos depois dos Baby Boomers, grupo composto por pessoas nascidas entre 1946 e 1964.

Filhos de pais mais ausentes, por trabalharem fora de casa, os jovens da geração Y foram criados dentro de uma nova realidade familiar, em estruturas menos convencionais. Apesar disso, essa geração valoriza e aprecia o jeito de seus pais, especialmente por serem mais comunicativos e darem mais espaço aos filhos dentro da família.

Desde cedo, esses jovens aprenderam a participar das decisões familiares e se sentem valorizados por isso. Também foram educados para se sentirem valiosos e respeitados, respondendo mal ao autoritarismo.

Por ter nascido na era digital, a geração Y tem a tecnologia como uma extensão de sua vida, pois teve acesso a computadores, games e celulares desde pequena. São jovens bem informados, totalmente conectados e que usam serviços de SMS, comunidades, redes sociais e chats para se relacionar com amigos e pares.

Menos preconceituosa, a geração Y aceita melhor a diversidade e gosta de estar em grupo. Apesar de muito realistas, esses jovens são extremamente otimistas. Porém, são ansiosos, impacientes e acreditam que podem aprender e assumir responsabilidades rapidamente, mas não gostam de rotinas nem de tarefas repetitivas.

Criativos, empreendedores, pragmáticos e irreverentes, esses indivíduos desejam trabalhar em projetos e ideias que “tenham sentido”. E, quando encontram uma ocupação assim, são absolutamente comprometidos. Além disso, querem ter controle econômico de suas vidas e têm muita clareza sobre a necessidade de encontrar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Universo EAD – No mercado de trabalho, quais são os conflitos mais comuns entre a geração Y e os profissionais mais experientes?

Roberta Rivellino – Insubordinação e falta de compromisso. Essa geração não gosta de ser controlada. Por natureza, esses jovens são menos hierárquicos, pois tiveram um papel mais participativo dentro da dinâmica familiar, inclusive para a tomada de importantes decisões. Aprenderam que têm de ser respeitados e que devem expor insatisfações.

Eles não se subordinam a cargos, mas a vínculos. Cobram uma liderança coerente e participativa, em que o líder tem o papel de inspirar e guiar o caminho, mas sem controlar. São comprometidos com causas, com algo que vá fazer a diferença; a um líder e não a uma instituição.

Para as gerações anteriores, tudo foi muito diferente. Em muitos casos, o mote era “quem sabe manda e quem tem juízo obedece” ou “trabalho melhor sozinho”. Eram épocas em que se valorizava cargo, poder, controle, rígidas estruturas, longas carreiras etc. Ou seja, muito diferente do que vemos hoje.

Universo EAD – Mas não é comum haver conflito de gerações em todas as épocas? O que há de diferente com relação à geração Y?

Roberta Rivellino – Sim, é comum haver algum conflito em todas as gerações. Acontece que estamos vivendo um momento importante de transformação na sociedade por conta da evolução da tecnologia, que proporciona mais acesso à informação, conectividade entre pessoas e, principalmente, mudou a maneira como essa geração – e a próxima – se relaciona. Por isso, as diferenças ficam mais expostas, fazendo com que os conflitos sejam muito mais aparentes.

Universo EAD – Podemos afirmar que as gerações anteriores se adaptavam aos modelos corporativos existentes e a geração Y está mudando o comportamento empresarial?

Roberta Rivellino – Sim e não. As gerações anteriores valorizavam mais os cargos, as grandes estruturas, o poder de uma marca (“trabalho na empresa X”), o controle e vários outros símbolos que diziam o que era ou o que deixava de ser importante. Por isso, se adaptavam mais facilmente aos modelos corporativos. No passado, o acesso à informação era algo para poucos e, em muitos casos, isso significava ter poder.

Além disso, por muitas décadas, houve pouco espaço para diálogos e mudanças nas organizações. Ou seja, você é quem tinha de se adaptar à empresa... E não a empresa a você!

O que a geração Y está fazendo é apenas acelerar esse processo de mudança porque, apesar de flexível, não quer mais manter relações de trabalho estruturadas. Em contrapartida, muitas empresas lideradas por talentos de outras gerações já perceberam a importância de mudar e estão “dando ouvidos” a essas novas necessidades. Eu diria que são duas forças tentando encontrar o equilíbrio.

Universo EAD – Qual é a maneira ideal de lidar com profissionais da geração Y?

Roberta Rivellino – É necessário ser transparente e apontar o cenário real. Os profissionais da geração Y são otimistas e, ao mesmo tempo, céticos. Por isso, permita que eles participem da tomada de decisões; defina se é realmente necessário que fiquem no escritório de segunda a sexta, das 9 às 18 horas; seja criativo na forma de compor a jornada de trabalho; crie oportunidades, desafios e aprendizados constantes. Em resumo, reconheça e valorize o trabalho deles e nunca os subestime.

Universo EAD – Quais são os maiores atrativos profissionais sob o ponto de vista da geração Y?

Roberta Rivellino – Esses profissionais querem um bom ambiente de trabalho, poder fazer a diferença, ter desafios constantes e crescimento na carreira – têm pressa e querem conquistar grandes coisas. Além disso, querem flexibilidade, pois podem trabalhar de casa, do escritório, do parque, etc., e um bom pacote de compensação. Até me atrevo a dizer que eles querem tudo isso nessa ordem!

Universo EAD – Você acredita que esse perfil de profissional esteja mais em busca de status, carreira ou bons salários?

Roberta Rivellino – Acredito que esses profissionais querem fazer a diferença, contribuir para um mundo melhor e acompanhar transformações. Querem ser ricos e famosos, mas não são movidos apenas por dinheiro ou cargos. Aliás, esses itens estão bem abaixo na lista de prioridades deles, pois são quase uma consequência de fazer algo muito bem feito, e não uma exigência.

Universo EAD – E quanto aos processos de seleção? Quais são os modelos mais adequados para identificar talentos entre a geração Y?

Roberta Rivellino – Em diversas partes do mundo, as empresas estão buscando formatos inovadores para atrair e recrutar esses talentos. Em Paris, por exemplo, a L’Oréal mudou o processo de seleção de trainees, criando jogos interativos. Os candidatos que passaram com mais pontos para as fases seguintes tinham maior chance de serem chamados para uma entrevista ou para um trabalho. Nos Estados Unidos, a Unilever e a Microsoft também fizeram algo parecido.

Mas o processo de recrutamento continua muito parecido e as entrevistas pessoais ainda vão acontecer. Talvez agora haja um número maior de pessoas envolvidas, mais entrevistas em grupo e entrevistadores mais preparados para conversar com essa geração.

Universo EAD – Você acredita que os games chegaram ao mundo corporativo para ficar?

Roberta Rivellino – Sim. Acredito que serão usados cada vez mais pelas empresas para manter a comunicação com consumidores e colaboradores. E os games serão ferramentas importantes para transmitir informações, estudar comportamentos, recrutar e capacitar talentos.

Universo EAD – Você acha que as redes sociais podem colaborar com os processos de seleção para esse perfil de profissional?

Roberta Rivellino – Sim. Essa é uma geração que se movimenta – e se apoia – muito nas redes sociais para várias coisas de suas vidas, como compartilhar fotos, juntar amigos, discutir temas importantes. Então, por que não poderia procurar emprego?

Hoje, quase todas as grandes empresas têm perfis nas redes sociais, divulgando vagas, eventos, treinamentos, concursos e curiosidades. O Linkedin provavelmente é a plataforma mais usada para buscar talentos e ofertas de trabalho em todo o mundo.

Universo EAD – Você acredita que a geração Y pode ter mais afinidade com educação a distância?

Roberta Rivellino – A educação a distância não tem a ver com uma geração em especial, mas com as oportunidades que foram criadas a partir da tecnologia. Quanto a se adequar a esse perfil, depende muito do conteúdo e da habilidade do programa em manter o estudante envolvido o tempo todo.

Universo EAD – Como você acha que os tutores de educação a distância devem proceder para conquistar a geração Y, especialmente em cursos corporativos?

Roberta Rivellino – Mantendo-os envolvidos e interessados. Vale lembrar que eles são curiosos, querem aprender e são muito criativos. Além disso, estão buscando flexibilidade. Ou seja, uma aula no parque, ao ar livre, também pode ser interessante!

Cursos a distância
Para quem tem interesse em encontrar, administrar e reter talentos no mundo corporativo, o Senac oferece diversos cursos a distância que ajudam a formar profissionais para liderar e atuar na gestão de equipes, evitando conflitos. Confira alguns títulos do portfólio nos links abaixo:

Técnicas de Liderança – curso livre com duração de 20 horas

Administração de Conflitos – curso livre com duração de 20 horas

Técnico em Recursos Humanos – curso técnico com duração de 800 horas 

Essa matéria integra o Boletim Universo EAD - ano 9 nº 80

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Geração Y: criatividade e irreverência no mundo corporativo

Perceber o sentido do trabalho, conquistar liberdade e obter reconhecimento são as principais ambições dos jovens profissionais




A nova geração de profissionais é o tema abordado por Roberta Rivellino, consultora em recrutamento, treinamento e coaching. Graduada em turismo na Suíça, a especialista é pós-graduada em recursos humanos e em marketing e foi chief executive officer (CEO) do The Talent Business para a América Latina – grupo inglês especializado em headhunting.

Nesta entrevista, Roberta comenta a evolução do ambiente corporativo e oferece dicas para reter talentos, conquistar comprometimento dos colaboradores e manter uma relação profissional saudável com os jovens que pretendem mudar o universo corporativo.

Universo EAD – Muitos falam em geração Y, mas nem todo mundo sabe exatamente qual é a faixa etária que compõe esse grupo. Você pode descrever um pouco essa geração?

Roberta Rivellino – Nascida entre 1980 e 1999, a geração Y é a mais populosa de todos os tempos depois dos Baby Boomers, grupo composto por pessoas nascidas entre 1946 e 1964.

Filhos de pais mais ausentes, por trabalharem fora de casa, os jovens da geração Y foram criados dentro de uma nova realidade familiar, em estruturas menos convencionais. Apesar disso, essa geração valoriza e aprecia o jeito de seus pais, especialmente por serem mais comunicativos e darem mais espaço aos filhos dentro da família.

Desde cedo, esses jovens aprenderam a participar das decisões familiares e se sentem valorizados por isso. Também foram educados para se sentirem valiosos e respeitados, respondendo mal ao autoritarismo.

Por ter nascido na era digital, a geração Y tem a tecnologia como uma extensão de sua vida, pois teve acesso a computadores, games e celulares desde pequena. São jovens bem informados, totalmente conectados e que usam serviços de SMS, comunidades, redes sociais e chats para se relacionar com amigos e pares.

Menos preconceituosa, a geração Y aceita melhor a diversidade e gosta de estar em grupo. Apesar de muito realistas, esses jovens são extremamente otimistas. Porém, são ansiosos, impacientes e acreditam que podem aprender e assumir responsabilidades rapidamente, mas não gostam de rotinas nem de tarefas repetitivas.

Criativos, empreendedores, pragmáticos e irreverentes, esses indivíduos desejam trabalhar em projetos e ideias que “tenham sentido”. E, quando encontram uma ocupação assim, são absolutamente comprometidos. Além disso, querem ter controle econômico de suas vidas e têm muita clareza sobre a necessidade de encontrar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Universo EAD – No mercado de trabalho, quais são os conflitos mais comuns entre a geração Y e os profissionais mais experientes?

Roberta Rivellino – Insubordinação e falta de compromisso. Essa geração não gosta de ser controlada. Por natureza, esses jovens são menos hierárquicos, pois tiveram um papel mais participativo dentro da dinâmica familiar, inclusive para a tomada de importantes decisões. Aprenderam que têm de ser respeitados e que devem expor insatisfações.

Eles não se subordinam a cargos, mas a vínculos. Cobram uma liderança coerente e participativa, em que o líder tem o papel de inspirar e guiar o caminho, mas sem controlar. São comprometidos com causas, com algo que vá fazer a diferença; a um líder e não a uma instituição.

Para as gerações anteriores, tudo foi muito diferente. Em muitos casos, o mote era “quem sabe manda e quem tem juízo obedece” ou “trabalho melhor sozinho”. Eram épocas em que se valorizava cargo, poder, controle, rígidas estruturas, longas carreiras etc. Ou seja, muito diferente do que vemos hoje.

Universo EAD – Mas não é comum haver conflito de gerações em todas as épocas? O que há de diferente com relação à geração Y?

Roberta Rivellino – Sim, é comum haver algum conflito em todas as gerações. Acontece que estamos vivendo um momento importante de transformação na sociedade por conta da evolução da tecnologia, que proporciona mais acesso à informação, conectividade entre pessoas e, principalmente, mudou a maneira como essa geração – e a próxima – se relaciona. Por isso, as diferenças ficam mais expostas, fazendo com que os conflitos sejam muito mais aparentes.

Universo EAD – Podemos afirmar que as gerações anteriores se adaptavam aos modelos corporativos existentes e a geração Y está mudando o comportamento empresarial?

Roberta Rivellino – Sim e não. As gerações anteriores valorizavam mais os cargos, as grandes estruturas, o poder de uma marca (“trabalho na empresa X”), o controle e vários outros símbolos que diziam o que era ou o que deixava de ser importante. Por isso, se adaptavam mais facilmente aos modelos corporativos. No passado, o acesso à informação era algo para poucos e, em muitos casos, isso significava ter poder.

Além disso, por muitas décadas, houve pouco espaço para diálogos e mudanças nas organizações. Ou seja, você é quem tinha de se adaptar à empresa... E não a empresa a você!

O que a geração Y está fazendo é apenas acelerar esse processo de mudança porque, apesar de flexível, não quer mais manter relações de trabalho estruturadas. Em contrapartida, muitas empresas lideradas por talentos de outras gerações já perceberam a importância de mudar e estão “dando ouvidos” a essas novas necessidades. Eu diria que são duas forças tentando encontrar o equilíbrio.

Universo EAD – Qual é a maneira ideal de lidar com profissionais da geração Y?

Roberta Rivellino – É necessário ser transparente e apontar o cenário real. Os profissionais da geração Y são otimistas e, ao mesmo tempo, céticos. Por isso, permita que eles participem da tomada de decisões; defina se é realmente necessário que fiquem no escritório de segunda a sexta, das 9 às 18 horas; seja criativo na forma de compor a jornada de trabalho; crie oportunidades, desafios e aprendizados constantes. Em resumo, reconheça e valorize o trabalho deles e nunca os subestime.

Universo EAD – Quais são os maiores atrativos profissionais sob o ponto de vista da geração Y?

Roberta Rivellino – Esses profissionais querem um bom ambiente de trabalho, poder fazer a diferença, ter desafios constantes e crescimento na carreira – têm pressa e querem conquistar grandes coisas. Além disso, querem flexibilidade, pois podem trabalhar de casa, do escritório, do parque, etc., e um bom pacote de compensação. Até me atrevo a dizer que eles querem tudo isso nessa ordem!

Universo EAD – Você acredita que esse perfil de profissional esteja mais em busca de status, carreira ou bons salários?

Roberta Rivellino – Acredito que esses profissionais querem fazer a diferença, contribuir para um mundo melhor e acompanhar transformações. Querem ser ricos e famosos, mas não são movidos apenas por dinheiro ou cargos. Aliás, esses itens estão bem abaixo na lista de prioridades deles, pois são quase uma consequência de fazer algo muito bem feito, e não uma exigência.

Universo EAD – E quanto aos processos de seleção? Quais são os modelos mais adequados para identificar talentos entre a geração Y?

Roberta Rivellino – Em diversas partes do mundo, as empresas estão buscando formatos inovadores para atrair e recrutar esses talentos. Em Paris, por exemplo, a L’Oréal mudou o processo de seleção de trainees, criando jogos interativos. Os candidatos que passaram com mais pontos para as fases seguintes tinham maior chance de serem chamados para uma entrevista ou para um trabalho. Nos Estados Unidos, a Unilever e a Microsoft também fizeram algo parecido.

Mas o processo de recrutamento continua muito parecido e as entrevistas pessoais ainda vão acontecer. Talvez agora haja um número maior de pessoas envolvidas, mais entrevistas em grupo e entrevistadores mais preparados para conversar com essa geração.

Universo EAD – Você acredita que os games chegaram ao mundo corporativo para ficar?

Roberta Rivellino – Sim. Acredito que serão usados cada vez mais pelas empresas para manter a comunicação com consumidores e colaboradores. E os games serão ferramentas importantes para transmitir informações, estudar comportamentos, recrutar e capacitar talentos.

Universo EAD – Você acha que as redes sociais podem colaborar com os processos de seleção para esse perfil de profissional?

Roberta Rivellino – Sim. Essa é uma geração que se movimenta – e se apoia – muito nas redes sociais para várias coisas de suas vidas, como compartilhar fotos, juntar amigos, discutir temas importantes. Então, por que não poderia procurar emprego?

Hoje, quase todas as grandes empresas têm perfis nas redes sociais, divulgando vagas, eventos, treinamentos, concursos e curiosidades. O Linkedin provavelmente é a plataforma mais usada para buscar talentos e ofertas de trabalho em todo o mundo.

Universo EAD – Você acredita que a geração Y pode ter mais afinidade com educação a distância?

Roberta Rivellino – A educação a distância não tem a ver com uma geração em especial, mas com as oportunidades que foram criadas a partir da tecnologia. Quanto a se adequar a esse perfil, depende muito do conteúdo e da habilidade do programa em manter o estudante envolvido o tempo todo.

Universo EAD – Como você acha que os tutores de educação a distância devem proceder para conquistar a geração Y, especialmente em cursos corporativos?

Roberta Rivellino – Mantendo-os envolvidos e interessados. Vale lembrar que eles são curiosos, querem aprender e são muito criativos. Além disso, estão buscando flexibilidade. Ou seja, uma aula no parque, ao ar livre, também pode ser interessante!

Cursos a distância
Para quem tem interesse em encontrar, administrar e reter talentos no mundo corporativo, o Senac oferece diversos cursos a distância que ajudam a formar profissionais para liderar e atuar na gestão de equipes, evitando conflitos. Confira alguns títulos do portfólio nos links abaixo:

Técnicas de Liderança – curso livre com duração de 20 horas

Administração de Conflitos – curso livre com duração de 20 horas

Técnico em Recursos Humanos – curso técnico com duração de 800 horas 

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